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Moçambique

Doentes em perigo por falta de sangue na maior unidade sanitária de Moçambique

Doutora Farida Urci da Clínica de Maputo sobre falta de sangue na maior unidade sanitária de Moçambique
Doutora Farida Urci da Clínica de Maputo sobre falta de sangue na maior unidade sanitária de Moçambique © Orfeu Lisboa
Texto por: Orfeu Lisboa
3 min

Em Moçambique, a falta de sangue na maior unidade sanitária do país coloca em risco de vida vários doentes que procuram tratamento no hospital central de Maputo. Uma situação provocada pelo confinamento social devido à pandemia do coronavírus.

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Vários doentes que carecem de operações cirúrgicas urgentes correm o risco de vida no hospital central de Maputo.

Em causa está a falta de sangue provocada pelo distanciamento social o que leva a que os dadores voluntários fixos, não se dirijam as unidades sanitárias.

A crise da falta de sangue está instalada no banco de sangue da maior unidade sanitária de moçambique

"Nós conseguimos ter por dia cerca de 400 unidades e neste momento estamos com mais ou menos 70 unidades por dias o que não é suficiente nem para a metade do dia".

Uma situação provocada pelo confinamento social explica a directora clínica, Farida Urci que afasta os dadores das unidades sanitárias.

"Aos nossos cidadãos que não estejam no grupo de risco para se dirigirem ao nosso Banco de Sangue para doar sangue."

A falta de sangue está já a criar alguns atrasos na realização de algumas operações na maior unidade sanitária de Moçambique.

Correspondência de Orfeu Lisboa do dia 21 de Abril de 2020

 

 

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