Moçambique

Marcas ainda visíveis 1 ano após ciclone Kenneth no norte de Moçambique

Os habitantes caminham sobre uma estrada inundada, após a passagem do ciclone Kenneth em Pemba, 28 de Abril 2019.
Os habitantes caminham sobre uma estrada inundada, após a passagem do ciclone Kenneth em Pemba, 28 de Abril 2019. REUTERS/Mike Hutchings

Foi há um ano que o ciclone Kenneth fustigou a província de Cabo Delgado no norte de Moçambique. O fenómeno matou 45 pessoas e desalojou outras cerca de 400 mi e as marcas ainda são visíveis em infra-estruturas públicas e privadas em distritos da província.

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Um ano depois da passagem do ciclone Kenneth pela província de Cabo delgado, no extremo norte de Moçambique, as marcas ainda são visíveis em infra-estruturas públicas e privadas que ficaram parcial ou totalmente destruídas sobretudo nos distritos de Macomia e Ibo.

 As chuvas acompanhadas de ventos fortes provocaram no dia 25 de Abril, de acordo com números oficiais 45 mortos e cerca de 400 mil pessoas foram afectadas e muito ainda precisa ser feito defende o representante residente adjunto do Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento, PNUD, Francisco Roquettes.

"Temos muitas famílias para apoiar. Devo dizer que Cabo Delgado ainda, ainda está muito por fazer. Talvez a situação ainda não é mais fácil, mas temos este grande desafio que é obter essa escala para o país recuperar".   

A província de Cabo Delgado a mais fustigada pelo ciclone Kenneth de há um ano, está agora a braços com um surto de cólera, ataques de grupos de insurgentes e lidera a contagem nos casos positivos da covid-19 em Moçambique.

De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa.

Correspondência de Moçambique 28/4/2020

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