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Moçambique

Os muçulmanos de Moçambique celebram o fim do Ramadão, mês sagrado

Filipe Nyusi, Presidente de Moçambique, fala da violência nas províncias de Cabo Delgado no norte e Manica e Sofala, no centro, no fim do Ramadão, festa sagrada muçulmana
Filipe Nyusi, Presidente de Moçambique, fala da violência nas províncias de Cabo Delgado no norte e Manica e Sofala, no centro, no fim do Ramadão, festa sagrada muçulmana © Wikipédia

Fim do Ramadão, mês sagrado dos muçulmanos, em Moçambique. O presidente moçambicano, Filipe Nyusi reconheceu o sacrifício dos crentes desta religião sobretudo das províncias de Cabo Delgado no norte, Manica e Sofala, no centro, do país, que têm sido vítimas de pessoas armadas que querem emperrar a máquina do desenvolvimento do país.

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Os muçulmanos celebram o fim do Ramadão, mês sagrado. A nível político, o presidente da República, Filipe Nyusi reconheceu o sacrifício dos crentes desta religião sobretudo das províncias de Cabo Delgado no norte, Manica e Sofala, no centro de Mocambique. 

"O maior sacrifício foi consentido pelas comunidades muçulmanas residentes no norte da província de Cabo Delgado, por causa dos ataques armados violentos."

"E das províncias de Manica e Sofala, por causadospoucos que entre nós usam a violência, para fazer recoar o desenvolvim"nto de Moçambique", sublinhou, o Presidente moçambicano, Nyusi.

O estadista moçambicano reconhece também a celebração do IDE UL FITRE em tempos da covid 19, num dia em que a polícia moçambicana no Niassa deteve mais de 20 pessoas por promoção de cultos pelo fim do Ramadão, em desrespeito às medidas impostas pelo estado de emergência que proíbe aglomerados. 

De Maputo, o nosso correspôndente, Orfeu Lisboa. 

Correspondência de Orfeu Lisboa 24052020

 

 

 

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