Acesso ao principal conteúdo
Convidado

Covid-19: Ensino à distância não chega a todos em Moçambique

Áudio 08:28
Fotografia publicada no folheto informativo do Fundo de Desenvolvimento de Capital das Nações Unidas (UNCDF), 26 de Fevereiro de 2020.
Fotografia publicada no folheto informativo do Fundo de Desenvolvimento de Capital das Nações Unidas (UNCDF), 26 de Fevereiro de 2020. AFP - KAREL PRINSLOO
Por: Lígia ANJOS
10 min

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, anunciou na sexta-feira que todas as escolas do país vão continuar fechadas enquanto não houver condições sanitárias para prevenir a propagação do novo coronavírus.

Publicidade

A organização não-governamental Centro de Integridade Pública sugeriu esta segunda-feira, 20 de Julho, que o governo avalie a possibilidade de anular o ano lectivo para garantir que se criem condições para uma reabertura segura das escolas face à epidemia.

O ensino à distância online não abrange todos os alunos em casa, a fraca qualidade da Internet e os preços altos da ligação são os principais entraves de acesso ao ensino à distância.

O governo moçambicano anunciou que vai gastar 3,5 mil milhões de meticais para a reorganização das escolas com vista à reabertura segura face aos riscos da Covid-19, nomeadamente, através da reabilitação e reposição de infraestruturas de água e saneamento suficientes para evitar contaminações massivas.

"Não existem infraestruturas para garantir ensino à distancia tanto para os professores como para os alunos. Há muitos alunos excluídos neste processo de aprendizagem", aponta o docente na Universidade Eduardo Mondlane, Celestino Joanguete.

NewsletterReceba a newsletter diária RFI: noticiários, reportagens, entrevistas, análises, perfis, emissões, programas.

Acompanhe toda a actualidade internacional fazendo download da aplicação RFI

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.