Moçambique

Moçambique: raptos e terrorismo preocupam PGR

Rua de Palma no passado dia 12 de Abril de 2021.
Rua de Palma no passado dia 12 de Abril de 2021. © LUSA - João Relvas

A onda de raptos e o terrorismo são dois principais fenómenos que estão a preocupar a Procuradora Geral da República de Moçambique. Beatriz Buchili desloca-se entre hoje e amanhã ao parlamento para apresentar a informação anual sobre o controlo da legalidade no país.

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A procuradora-geral da República começou por avançar que são vários os processos relacionados com terrorismo que aguardam desfecho em Moçambique.   

Durante o ano 2020 foram instaurados 13 processos, num total de 58 arguidos em prisão preventiva, dos quais 47 homens e 11 mulheres de nacionalidade moçambicana e iraniana. Foi deduzida a acusação em quatro processos e nove encontram-se ainda em instrução preparatória”.

Por outro lado, Beatriz Buchili reconheceu que a luta contra os raptos ainda está longe de ser vencida em Moçambique: “continuamos a registar casos de raptos de agentes económicos e seus familiares com a finalidade de extorsão. Em 2020, a actuação dos criminosos incidiu sobre a cidade de Maputo com sete casos, província de Sofala com cinco, Manica com três e Gaza com um”.

A Procuradora-Geral da República falava no primeiro dos dois dias em que foi ao parlamento apresentar o seu informe anual sobre o estado da legalidade em Moçambique. A primeira parte das duas sessões é dedicada à apresentação do documento e a segunda às perguntas dos deputados e respectivas respostas.

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