MOÇAMBIQUE

Moçambique: suborno na compra de dois aviões da LAM

A justiça brasileira aponta o antigo Presidente do Conselho de Administração das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), José Viegas, e também o antigo Gestor da petroquímica sul-africana Sasol, Mateus Zimba, como nomes subornados no processo da compra de dois
A justiça brasileira aponta o antigo Presidente do Conselho de Administração das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), José Viegas, e também o antigo Gestor da petroquímica sul-africana Sasol, Mateus Zimba, como nomes subornados no processo da compra de dois RFI

 A justiça brasileira aponta o antigo Presidente do Conselho de Administração das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), José Viegas, e também o antigo Gestor da petroquímica sul-africana Sasol, Mateus Zimba, como nomes subornados no processo da compra de dois aviões da Embraer para a companhia de Moçambique. 

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Com estes novos elementos, a Renamo, através de Ivone Soares, exige a responsabilização dos implicados. Afirmou nomeadamente que "não podemos, de jeito nenhum, ter conhecimento deste tipo de casos e simplesmente virar-mo-nos para o lado e pormo-nos a assobiar". 

À Renamo juntou-se o Movimento Democrático de Moçambique (MDM).  A Frelimo, partido no poder, defende a presunção de inocência. Já a sociedade moçambicana exige o cumprimento cabal do papel da justiça.

Segundo a justiça brasileira, a empresa Xihivele, Consultoria e Serviços Ltda., criada pelo moçambicano Mateus Gentil Zimba, antigo gestor da petroquímica SASOL, foi responsável pela recepção de 800 mil dólares americanos de suborno da Embraer na venda de dois aviões às Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), em 2008.

Em baixo, confira a crónica do nosso correspondente em Moçambique, Orfeu Lisboa. 

Crónica de Orfeu Lisboa, correspondente da RFI em Moçambique

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