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Moçambique

Urna de Dhlakama em câmara ardente na Beira

Soldados das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) transportam a urna com os restos mortais do presidente da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), Afonso Dhlakama, durante as cerimónias fúnebres na cidade da Beira, Moçambique,
Soldados das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) transportam a urna com os restos mortais do presidente da Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), Afonso Dhlakama, durante as cerimónias fúnebres na cidade da Beira, Moçambique, Lusa
7 min

A urna de Afonso Dhlakama, líder da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), maior partido da oposição moçambicana, chegou esta manhã ao largo da estação ferroviária da cidade da Beira, onde vai permanecer em câmara ardente para as cerimónias fúnebres.

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O corpo do líder da oposição saiu esta manhã da casa mortuária, no Hospital Central da Beira, para chegar ao largo da estação ferroviária da Beira, onde ficou em câmara ardente.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, discursou na cerimónia fúnebre do líder da Renamo e classificou Dhlakama como uma figura com "páginas indeléveis" na história de Moçambique e considerou que a sua morte não deve ser “um revés" nos acordos que estavam a ser alcançados.

Os restos mortais de Afonso Dhlakama seguem depois para a sua terra natal, Mangunde, onde será velado pela comunidade local até ser sepultado amanhã, 10 de Maio, pelas 14h, com honras oficiais, decretadas pelo Governo.

Cristiana Soares, enviada especial à cidade da Beira, ouviu alguns dos participantes nesta última homenagam ao líder da Renamo.

Cristiana Soares, enviada especial à cidade da Beira

Depois da cerimónia, a RFI falou com Ivone Soares, sobrinha de Afonso Dhlakama e líder da bancada parlamentar da Renamo, que garantiu que o seu partido vai continua a trilhar o caminho de Dhlakama.

Ivone Soares, sobrinha de Afonso Dhlakama

Os dois líderes negociavam nos últimos meses os detalhes de um acordo de paz, mas Afonso Dhlakama não conseguiu sair da mata onde viveu parte da sua vida refugiado. O líder do partido morreu na quinta-feira, aos 65 anos, na Serra da Gorongosa.

As homenagens a Afonso Dhlakama foram preparadas por uma comissão que incluiu familiares de Dhlakama, membros da Renamo e do Governo moçambicano.

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