Moçambique

Fim da greve na maior ponte suspensa em África

Tabuleiro central da maior ponte suspensa de África a ser instalado em Maputo
Tabuleiro central da maior ponte suspensa de África a ser instalado em Maputo ANTÓNIO SILVA/LUSA

Foi levantada a greve dos trabalhadores da empresa chinesa responsável pela construção da ponte Maputo-Catimbe em Moçambique. A ponte suspensa que já é considerada a maior em África.

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Em causa estava a falta de pagamento de indemnizações e de subsídios de risco pela empresa aos trabalhadores desde o início das obras em 2014.

Cerca de quatro mil trabalhadores da empresa CRBC que esta desde 2014 a construir a ponte Maputo – Catembe deverá regressar ao trabalho a partir desta segunda-feira depois de ter sido alcançado um acordo com a empresa quase uma semana depois da paralisação das suas actividades.

"Nós estamos a 100% porque as nossas expectativas eram de satisfazer todas as questões que colocámos à empresa, mas já estamos abertos para poder iniciar a actividade logo pela manhã", avança Eduardo Manuel, o porta-voz do grupo dos trabalhadores.

Os trabalhadores exigem o pagamento de uma indemnização e do subsídio de risco, contemplado no contrato, que nunca foram pagos desde o início da obras.

Uma situação que segundo Silva Magaia presidente da Maputo sul, forçou a intervenção do dono da obra; "conseguimos chegar a um entendimento. Segunda-feira voltam a reunir-se para rever a acta das negociações e pormos as nossas assinaturas. Nós, Maputo sul, continuaremos a agir como testemunhas".

Considerada a maior ponte suspensa de África e em construção desde 2014 a obra já se encontrar quase pronta como explica o nosso correspondente em Maputo, Orfeu Lisboa.

Correspondência de Maputo

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