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Síria/Conflito

China propõe à ONU plano de paz para a Síria

População observa estragos após bombardeio em Erbeen, perto de Damasco, na Síria.
População observa estragos após bombardeio em Erbeen, perto de Damasco, na Síria. REUTERS/Maawia Al-Naser/Shaam News Network/Handout
Texto por: RFI
2 min

O ministro chinês das Relações Exteriores, Yang Jiechi, propôs ao enviado especial das Nações Unidas e da Liga Árabe à Síria, Lakhdar Brahimi, novas medidas para alcançar o fim da violência no país, que vive um conflito armado entre o exército do presidente Bashar al-Assad e as forças rebeldes, há 19 meses. O anúncio foi feito nesta quinta-feira.

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O governo chinês propõe um cessar-fogo implantado por fases, pacificando uma região de cada vez para permitir a criação de um governo de transição. Pequim afirma querer evitar uma intervenção militar internacional no país.

A China e a Rússia, tradicionais aliados sírios, vetaram três resoluções do Conselho de Segurança da ONU responsabilizando al-Assad pela violência.


Bombardeios

Na manhã desta quinta-feira, helicópteros da aviação síria lançaram novos bombardeios provocando fortes explosões na capital Damasco. Na província de Idleb, noroeste do país, foram registrados três ataques aéreos, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

Os combates continuam entre o exército sírio e as forças rebeldes, vindas principalmente do Fronte Islâmico Al Nosra, que vem reivindicando atentados próximos da base estratégica de Wadi Deif, desde o início do conflito. Em Aleppo, coração econômico do país, diversos confrontos ocorreram durante à noite.

De acordo com os dados da OSDH, na quarta-feira, 152 pessoas morreram, sendo 58 deles civis. Ao todo, 36 mil pessoas já perderam a vida e centenas de milhares deixaram o país, desde o início da repressão ao movimento de contestação popular que deu origem ao conflito, em março de 2011.

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