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Fim do Mundo

Fim do Mundo: angústia e bom humor na chegada do 21 de dezembro

O vilarejo de Bugarach, no sudoeste francês, fica no ponto culminante do maciço das Cobières com mais de 1.200 metros de altitude, seria um lugar protegido.
O vilarejo de Bugarach, no sudoeste francês, fica no ponto culminante do maciço das Cobières com mais de 1.200 metros de altitude, seria um lugar protegido.
Texto por: RFI
2 min

Angústia, mas sobretudo muito humor na tão esperada chegada do dia 21 de dezembro, data em que segundo a profecia Maia seria o fim das nossas vidas. A Austrália um dos primeiros países a ver o sol nesta sexta-feira teve a página Facebook de seu escritório de turismo invadida por mensagens de internautas que queriam saber se eles contavam os sobreviventes. "Sim estamos vivos" foi a resposta da organização.

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Na França, místicos iluminados acreditavam que o vilarejo de Bugarach, no sudoeste do país, seria um dos lugares do globo que deveriam sobreviver ao anunciado fim do mundo. O ponto culminante do maciço das Cobières com 1.231 metros, seria um lugar protegido, segundo rumores da Internet que misturam Ovnis e esoterismo.

Na quinta-feira, as autoridades registraram um pequeno fluxo de pessoas que desejavam chegar ao local. Mas no dia 21, a cidade amanheceu calma e sem surpresas. Suas vias de acesso ainda são controladas e o sobrevoou da montanha proibido. Apenas algumas centenas de moradores e de jornalistas, acompanhados de alguns policiais que controlam o sistema de segurança, estão no vilarejo. Bem-humorado o presidente francês, François Hollande, se disse sereno em relação à perspectiva do fim do planeta. "A França não acabou, tudo começa" disse com um sorriso.

A Nasa foi contatada por milhares de pessoas que queriam informações sobre as medidas a serem tomadas em caso de apocalipse. Segundo a agência responsável pelo desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial, nosso planeta está muito bem há quatro bilhões de anos e cientistas de renome asseguram que não há nenhuma ameaça para o ano 2012.

A América Central e o México celebram hoje não o fim do mundo mas o fim de uma grande era de 5.200 anos do calendário Maya. Em Chichen Itzá, um dos principais sítios arqueológicos da cultura Maia, no sudeste do México, espera entre 15 e 20 mil pessoas. A visita, dentro dos horários normais de abertura ao público, deve receber uma quantidade de pessoas comparável o fluxo que acompanha as celebrações do equinócio. Outros ícones do patrimônio Maia devem receber igualmente um grande número de visitantes na Guatemala, El Salvador e Honduras.

 

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