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IRAQUE/EUA

Iraque pede que EUA lancem ataques aéreos contra jihadistas

Captura de imagem de um vídeo amador, 18 de junho de 2014, da refinaria de Baiji.
Captura de imagem de um vídeo amador, 18 de junho de 2014, da refinaria de Baiji. REUTERS/Social Media Website/Reuters TV
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Nesta quarta-feira (19), o governo do Iraque pediu oficialmente aos Estados Unidos que façam bombardeios aéreos contra as posições tomadas pelos combatentes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante. Por enquanto, os Estados Unidos mantêm uma posição de neutralidade e alegam que estão estudando a situação.

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Em nove dias, os combatentes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante conquistaram diversas cidades importantes do norte do país e ontem (18) atacaram e tomaram o controle da maior refinaria de petróleo do território, em Baiji.

Xiitas, eles pretendem derrubar o governo sunita de Nouri al-Maliki e fundar um Estado islâmico no norte, na fronteira com a Síria.

O presidente norte-americano Barack Obama vem mantendo uma posição de observação em relação ao avanço dos jihadistas no Iraque. Ele já declarou que não pretende entrar numa nova guerra e está realizando consultas junto ao seu gabinete para analisar quais seriam as melhores iniciativas para apoiar os iraquianos.

Parlamentares entre sim e não

Na quarta-feira (18), Obama reuniu na Casa Branca os principais líderes do Congresso para uma consulta sobre as posições em relação à crise.

Os parlamentares têm visões opostas sobre o assunto: os republicanos defendem que os Estados Unidos atendam imediatamente ao pedido do Iraque e bombardeie com caças e drones as bases jihadistas. Já os democratas são mais prudentes e preferem esperar o andamento dos fatos. Um tempo necessário para planejar uma ofensiva aérea.

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