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Terrorismo/Grupo Estado Islâmico

Grupo Estado Islâmico faz apelo por mais atentados contra países ocidentais

Grupo Estado Islâmico apela aos muçulmanos "fiéis" para que novos ataques sejam realizados no Ocidente.
Grupo Estado Islâmico apela aos muçulmanos "fiéis" para que novos ataques sejam realizados no Ocidente. ©REUTERS/Feisal Omar
Texto por: RFI
3 min

O grupo ultrarradical Estado Islâmico pediu nesta segunda-feira (25) que novos atentados contra países ocidentais sejam perpetrados. A organização terrorista também elogiou, mais uma vez, o ataque contra a redação da revista francesa Charlie Hebdo, no dia 7 de janeiro, em Paris.

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“Nós apelamos aos muçulmanos na Europa e em outros países do Ocidente infiel a atacar em todos os lugares (...) Nós prometemos aos bastiões cristãos que eles continuarão a viver em um estado de terror, de medo e insegurança”, afirmou o porta-voz do grupo Estado Islâmico, Abu Mohammad al-Adnani, em uma messagem de áudio divulgada na internet.

Al-Adnani também declara que a organização terrorista vai considerar como “inimigo” todo o muçulmano que tiver oportunidade de atacar os “infiéis” e não o fizer.

No final, o porta-voz do grupo Estado Islâmico agradece as ações dos “irmãos” jihadistas na França, na Austrália e na Bélgica, referindo-se aos ataques mais recentes da organização. “Vocês ainda não viram nada”, finaliza al-Adnani.

Atentados em Paris

No total, 17 pessoas foram mortas em três atentados na capital francesa. No ataque realizado pelos irmãos Chérif e Said Kouachi contra a redação da revista Charlie Hebdo, no dia 7 de janeiro, foram assassinados: os cartunistas Jean Cabut (76 anos), Stéphane Charbonnier (47 anos), Philippe Honoré (73 anos), Bernard Verhlac, conhecido como Tignous (57 anos) e Georges Wolinski (80 anos), além da colunista e psicanalista Elsa Cayat (54 anos), o colunista e economista Bernard Maris (68 anos), o revisor Mustapha Ourrad (60 ans), o fundador do festival cultural francês “Rendez-vous du carnet de voyage”, que estava visitando a redação do Charlie Hebdo, Michel Renaud (69 anos), o zelador do prédio do Charlie Hebdo, Frédéric Boisseau (42 anos), o segurança pessoal do cartunista Charb, Franck Brinsolaro, (49 anos), e o policial abatido na rua, Ahmed Merabet (40 ans).

No dia seguinte, em Montrouge, periferia da capital francesa, o extremista Amedy Coulibaly matou a policial Clarissa Jean-Philippe (26 anos). E, no dia seguinte, em Porte de Vincennes, onde invadiu o supermercado judaico Hyper Casher, Coulibaly abateu o consultor em informática, Philippe Braham (45 anos), o empregado do supermercado, Yohan Cohen (20 anos), o estudante Yohav Hattab (22 anos) e o aposentado François-Michel Saada (63 anos).

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