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Israel/ Palestina

20 anos após Yitzhak Rabin: quo vadis Israel?

Yitzhak Rabin (esq.) durante um encontro com o então presidente norte-americano Bill Clinton 12/11/93
Yitzhak Rabin (esq.) durante um encontro com o então presidente norte-americano Bill Clinton 12/11/93 AFP FOTO
Texto por: Adriano Salgueiro
7 min

Israel assinala hoje o 20° aniversário do assassínio do antigo primeiro-ministro israelita por um extremista judaico oposto aos acordos de Oslo cuja negociação valeu a Rabin o Prémio Nobel da Paz.

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A 4 de novembro de 1995, após uma manifestação pela paz em Tel Aviv, um extremista judaico baleou mortalmente o primeiro-ministro trabalhista com o objectivo de minar a aplicação dos acordos de Oslo.

A morte de Rabin não só chocou os israelitas mas também toda a comunidade internacional que depositava muitas esperanças no antigo general para alcançar a paz entre israelitas e palestinianos.

António Dias Farinha, especialista de Estudos Árabe e Islâmicos, realça a mensagem de solidariedade e de paz que Rabin transmitiu ao mundo

António Dias Farinha - O espírito dos acordos de Oslo

De referir que no passado sábado, cerca de 100 mil pessoas reuniram-se na Praça Rabin numa das maiores manifestações progressistas dos últimos anos em Israel.

O especialista de Estudos Árabe e Islâmicos comenta esta manifestação que demonstra que mensagem de Rabin ainda está viva na sociedade israelita num momento em que o processo de paz está bloqueado.

António Dias Farinha - O legado de Rabin

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