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União Europeia

David Cameron quer ficar numa UE reformada

David Cameron, primeiro-ministro britânico
David Cameron, primeiro-ministro britânico REUTERS/Jeff Overs/BBC
Texto por: RFI
3 min

O primeiro-ministro britânico lançou hoje um apelo aos deputados para que "defendam em conjunto" as reformas que permitirão que o Reino Unido se mantenha numa União Europeia reformada. O pré-acordo entre a União Europeia e o reino Unido deve ser analisado pelos 27 Estados membros, durante a cimeira 18 e 19 de Fevereiro, em Bruxelas.

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"Se vocês querem por fim ao dar sem receber, se vocês quiserem retirar a Grã-Bretanha de uma união que foi sempre próxima se vocês quiserem equidade entre membros e não-membros da zona euro e se vocês quiserem uma Europa mais competitiva, faremos esse combate em conjunto", sublinhou o primeiro-ministro, um dia depois da publicação de um projecto de reforma que conta com o paio do Conselho Europeu.

"O momento da decisão aproxima-se" avançou David Cameron, que veio defender diante do Parlamento o pré-acordo revelado pela União Europeia, que foi fortemente criticada, em Londres, pelos eurocépticos e pela imprensa.

"Nós fizemos esforços significativos nas quatro reformas que apresentamos, mas há ainda muito a fazer e é preciso fazê-lo com determinação e paciência", precisou o chefe do executivo britânico.

Com este discurso, David Cameron espera convencer os compatriotas a votar pela continuação do país numa "União Europeia reformada" no referendo agendado para o mês de Junho. Sem sem concreto, o dirigente britânico deixou entender que privilegia o dia 23 de Junho, em resposta às preocupações da Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, que receiam a proximidade com as eleições regionais do dia 5 de Maio.

O pré-acordo entre a União Europeia e o reino Unido deve ser analisado pelos 27 Estados membros, durante a cimeira 18 e 19 de Fervereiro, em Bruxelas.

A União Europeia apresentou na passada terça-feira, as propostas para evitar um "Brexit". Reino Unido poderá solicitar um "travão de emergência" na concessão de apoios sociais aos imigrantes até quatro anos, estando a medida sujeita à aprovação dos restantes estados-membros da União Europeia.

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