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"Alemanha e a relação de patronato e patrocínio com o governo etíope"

Áudio 07:22
A chanceler alemã Angela Merkel e o primeiro-ministro etíope Hailemariam Desalegn, Addis Abeba, Etiópia
A chanceler alemã Angela Merkel e o primeiro-ministro etíope Hailemariam Desalegn, Addis Abeba, Etiópia REUTERS/Tiksa Negeri

O primeiro-ministro etíope, Hailemariam Desalegn, declarou esta segunda-feira o estado de emergência para o país depois de meses de violentos protestos antigovernamentais. A Etiópia tem vivido uma grande contestação liderada pelos grupos étnicos dominantes Oromo e Amhara, que se dizem marginalizados pelo actual governo.O estado de emergência na Etiópia foi decretado na semana em que Angela Merkel realizou um périplo africano que a levou ao Mali, Niger e Etiópia, antes de receber em Berlim os Presidentes da Nigéria e do Chade. Manuel João Ramos, especialista português do Corno de África, evoca a "relação de patronato e de patrocínio da Alemanha com o governo etíope".

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