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Internacional

O mundo do trabalho, mundo das desigualdades para as mulheres

A igualdade de género no mundo do trabalho permanece um sonho
A igualdade de género no mundo do trabalho permanece um sonho RFI
Texto por: Liliana Henriques
2 min

Como todos os anos, neste dia 8 de Março, assinala-se o dia internacional da defesa dos direitos das mulheres, uma jornada subordinada à problemática da mulher no mundo do trabalho, um mundo onde a mulher continua a lutar para alcançar uma igualdade de tratamento.

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De acordo com o último relatório do Fórum Económico Mundial, a igualdade entre os sexos não será uma realidade até 2186. Apesar de este ser um dos objectivos do desenvolvimento sustentável e duradoiro, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho, desde 1995, o trabalho assalariado progrediu entre as mulheres numa taxa de apenas 12%.

Sem surpresas, a Islândia, citada frequentemente em exemplo, continua a ser a primeira em termos de luta pela igualdade de género, 2° a Noruega, 3° a Finlândia, em 6° lugar aparece o Ruanda, em 7° as Filipinas, em 15° a França, em 28° lugar surgem os Estados Unidos e em último lugar o Iémen.

Em termos de acesso ao emprego, calcula-se que se as mulheres tivessem uma taxa de actividade idêntica aos homens, o PIB mundial iria progredir de 28 mil milhões de Dólares por ano. Apesar de, em média, as mulheres receberem menos 24% do que os homens, elas trabalham um pouco mais de 8 horas contra 7 horas e meia para os homens nos países desenvolvidos e, nos países em desenvolvimento, elas trabalham quase 9 horas e meia contra um pouco mais de 8 horas para os homens, isto evidentemente sem contar com as tarefas domésticas.
 

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