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CINEMA/MACAU

Arranca em Macau Festival de cinema

Júris e organizadores do Festival de cinema de Macau testemunham a bênção do dragão a anteceder a abertura da edição 2019.
Júris e organizadores do Festival de cinema de Macau testemunham a bênção do dragão a anteceder a abertura da edição 2019. RFI/Miguel Martins
Texto por: Miguel Martins
6 min

Macau volta a acolher o mundo do cinema. Até dia 10 este antigo território português no Sul da China proporciona a exibição de cerca de cinquenta filmes. Muitas são as novidades desta quarta edição, com uma nova secção de cinema chinês. Personalidades não faltam também, caso da estrela francesa Juliette Binoche. O filme de abertura é uma sátira americana da II Guerra Mundial 'Jojo rabbit".

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Cumpriu-se a tradição chinesa: para abençoar esta quarta edição do festival queimou-se incenso e acariciaram-se os dragões que abrilhantaram o arranque do certame macanse.

Depois é da praxe o cerimonial da subida do tapete vermelho e a projecção do filme de abertura.

O norte-americano Jojo Rabbit é uma sátira da II Guerra Mundial e do amor na Alemanha de Hitler entre um miúdo nazi e uma adolescente judia a esconder-se da perseguição.

Nesta sexta-feira começam as coisas a sério com o arranque da competição internacional.

A partir deste ano, para além da competição oficial, passa a existir uma secção de novo cinema chinês.

Filmes esses vêm de todo o mundo: da lusofonia serão projectados um filme português, outro brasileiro.

Cineastas lusófonos vêm também até cá procurar obter financiamento para os seus projectos, como pela primeira vez uma cineasta do continente negro.

A realizadora sul-africana Sheetal Magan, que já passou com uma curta metragem pelo prestigioso festival de Cannes, procura aqui viabilizar a sua longa metragem "O dia e a noite de Brahma".

A escassos dias do 20° aniversário da transferência de soberania de Portugal para a China este ano serão também projectadas aqui cinco longas metragens de realizadores desta agora região administrativa especial chinesa, um recorde.

Macau aposta, cada vez mais, em áreas que vão muito além da principal fonte de receitas, os casinos.

Crónica de Miguel Martins

 

Confira aqui em imagens e em vídeo a dança ritual dos dragões que antecedeu a abertura do certame macanse, em jeito de bênção desta edição de 2019, a quarta do festival.

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