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O epicentro da crise, Wuhan, sai do confinamento

Áudio 09:27
Passageiro no Aeroporto Internacional Wuhan Tianhe, Hubei, China
Passageiro no Aeroporto Internacional Wuhan Tianhe, Hubei, China © 路透社图片

A China levantou esta quarta-feira as restrições à circulação de pessoas em Wuhan aplicadas durante 76 dias, permitindo à população voltar a entrar e sair da cidade epicentro da pandemia da Covid-19.

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Imediatamente depois do fim do confinamento obrigatório, os cerca de 11 milhões de residentes já podem viajar de e para Wuhan, no entanto, têm de seguir uma série de regras decretadas pelo Governo chinês.

Entre as regras, o uso obrigatório de uma aplicação nos telemóveis que junta uma série de dados de localização e de vigilância governamental que permitem demonstrar que estão saudáveis e que não estiveram recentemente em contacto com alguém contaminado com o novo coronavírus.

Os residentes da cidade foram aconselhados a continuar a manter-se em casas e a proteger-se, enquanto o responsável do Partido Comunista de Wuhan alertou para o risco de uma segunda vaga de casos se manter elevado devido a factores externos como internos, com também afirma Vladmir Carvalho, estudante de medicina cabo-verdiano na cidade chinesa de Nanjing.

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