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Corte histórico no petróleo pode agravar problemas de produção em Angola

Áudio 07:53
O ministro da Energia saudita Abdulaziz bin Salman na reunião extraordinária em vídeoconferência da OPEP, 9 de Abril de 2020 em Riad.
O ministro da Energia saudita Abdulaziz bin Salman na reunião extraordinária em vídeoconferência da OPEP, 9 de Abril de 2020 em Riad. SPA/AFP

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP+) e os aliados, que agrega a Rússia a mais 10 produtores como o México ou Cazaquistão, chegaram este domingo, 12 de Abril, a um acordo histórico para cortar no total 9,7 milhões de barris por dia na produção de petróleo. 

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Dos cerca de 100 milhões de barris que o mundo consumia diariamente antes da crise sanitária mundial, 30 milhões deixaram de ser comprados aos países produtores de petróleo. 

Angola apoiou um corte massivo da produção para a estabilização dos preços do petróleo no mercado internacional. 

A economia angolana é totalmente dependente do sector petrolífero apesar de enfrenta graves problemas técnicos quanto à produção de petróleo. Nos últimos cinco anos Angola produziu perto de 80% das quotas estabelecidas pela OPEP, aponta o economista angolano Francisco Paulo. 

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