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Timor-Leste perante os desafios colocados pelo coronavírus

Áudio 13:28
Litoral junto de Díli, capital de Timor-Leste.
Litoral junto de Díli, capital de Timor-Leste. © AFP
Por: Liliana Henriques

Com uns 12 casos de coronavírus ainda activos em 24, Timor-Leste, país lusófono do sudeste asiático com um pouco mais de 1,3 milhões de habitantes tem conseguido resistir em termos sanitários à onda que alastrou pelo mundo fora.

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Pouco depois de ser detectado o primeiro caso, as autoridades optaram por decretar o Estado de Emergência no 28 de Março, Timor-Leste tendo encetado na semana passada um segundo período deste regime excepcional que deverá vigorar pelo menos até ao 27 de Maio.

Neste âmbito, uma série de medidas foram adoptadas, nomeadamente o encerramento das fronteiras, a suspensão de qualquer ligação com este território, exceptuando a descarga de mercadorias, bem como a implementação de medidas de prevenção como o isolamento para quem apresenta sinais, o distanciamento social, o uso imperativo de máscara de protecção e o reforço da higiene.

Como em qualquer parte do planeta, esta crise não deixou desde já de ter consequências. A nível político, as divisões já patentes exacerbaram-se e a nível económico, as autoridades locais constataram já que o Fundo Petrolífero timorense, caiu 640 milhões de dólares no primeiro trimestre deste ano devido ao impacto do coronavírus, o fundo situando-se actualmente nos 17 mil milhões de Dólares.

A residir em Timor-Leste desde 2017, a advogada e empresária portuguesa Mónica Silva, faz um balanço globalmente positivo das medidas que foram implementadas embora também admita que os tempos vindouros se apresentam incertos.

 

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