Acesso ao principal conteúdo
Grécia

Acrópole de Atenas reabriu ao público

A Acrópole, um dos maiores símbolos da Grécia e da sua capital, Atenas, reabriu ao público.
A Acrópole, um dos maiores símbolos da Grécia e da sua capital, Atenas, reabriu ao público. REUTERS/John Kolesidis
Texto por: Miguel Martins com AFP
4 min

A Acrópole de Atenas, um dos maiores símbolos da cultura e história gregas, reabriu nesta segunda-feira, 18 de Maio, ao público. Este que é um dos maiores expoentes da arquitectura helénica esteve fechado ao longo de dois meses devido à pandemia de Covid-19.

Publicidade

Foi debaixo de um sol escaldante que algumas dezenas de visitantes puderam, de novo, ter acesso à celebrérrima Acrópole de Atenas.

Tratavam-se de turistas gregos ou, mesmo, estrangeiros radicados na Grécia que tiveram o privilégio de dispor de um recinto carregado de história com uma afluência bem menor do que aquela que é habitual.

A ministra da cultura Lina Mendoni, com uma máscara cirúrgica verde no rosto, qualificou este dia 18 de Maio de 2020 como "um dia excepcional para a Grécia", citada pela agência AFP.

O slogano do turismo helénico é agora "Security First" (A segurança acima de tudo, em inglês), sucedendo a "Heritage First" (O património acima de tudo) que vigorou largos anos.

Gel, máscara são distribuídos à entrada e uma sinalização no solo permite garantir o distanciamento social exigido nos tempos de combate ao novo coronavírus.

No recinto da Acrópole o tempo mais emblemático é o Parténon consagrado à deusa Athéna, protectora da cidade antiga do mesmo nome, um recinto do período clássico da Antiguidade grega (V século antes de Cristo).

A Acrópole é o monumento mais visitado da Grécia. Só em 2019 acolheu 2,9 milhões de turistas.

A Grécia, temendo o colapso do seu sistema de saúde após uma longa crise económica que se traduziu na adopção de cortes orçamentais e de uma severa austeridade, reagiu rapidamente à pandemia.

O país tem a lamentar, ainda assim, um balanço de 163 mortos, número muito inferior ao de muitos outros países europeus, caso da vizinha Itália que registou 32 007 vítimas.

Maria da Piedade Maniatoglu, portuguesa radicada na capital grega, admite que esta normalização progressiva da vida neste país europeu, é sinal do optimismo com que a população encara o levantamento do confinamento de dois meses com que teve que lidar.

Maria da Piedade, cidadã portuguesa na Grécia

NewsletterReceba a newsletter diária RFI: noticiários, reportagens, entrevistas, análises, perfis, emissões, programas.

Acompanhe toda a actualidade internacional fazendo download da aplicação RFI

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.