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Um ano depois do começo do movimento para mais democracia em Hong Kong

Um ano depois do começo do movimento para mais democracia em Hong Kong
Um ano depois do começo do movimento para mais democracia em Hong Kong REUTERS - TYRONE SIU
Texto por: RFI
4 min

Em Hong Kong há precisamente um ano tinham início os protestos exigindo reformas democráticas no antigo território britânico, actualmente uma região administrativa especial da China. A dirigente Carrie Lam tinha prometido firmeza quanto a novos protestos e apela à mais responsbilidade dos deputados para não haver mais caos em Hong Kong. 

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Hong Kong, não permitirá que continuem cenas de "caos", preveniu hoje a dirigente do executivo do território, Carrie Lam, um ano após uma vasta manifestação que relançou o movimento a favor da democracia.

"Nós atravessámos grandes dificuldades, devemos aprender com os nossos erros e desejo que os deputados aprendam também com os seus erros, porque Hong Kong, já não pode viver no caos", sublinhou Carrie Lam, durante a sua conferência de imprensa semanal.

Manifestantes voltaram hoje às ruas pedindo mais democracia

Centenas de manifestantes voltaram hoje às ruas para comemorar as manifestações de há um ano em prol de mais democracia.

Antes, houve várias acções de manifestantes gritando slogans em centros comerciais tais como "Hong Kong não pode respirar" ou "vidas dos jovens contam".

As manifestações interrompidas por causa do coronavírus voltaram às ruas com o debate e validação de uma lei sobre a segurança para combater acções subversivas e terroristas mas também ingerência estrangeira, uma lei imposta pela China no território de Hong Kong.

Os Estados Unidos, retiraram o estatuto especial comercial dado a Hong Kong exigindo à China a retirar a lei, mas Pequim respondeu ameaçando com represálias.  

Hong Kong assinalou primeiro aniversário de protestos

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