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Uma longa negociação para desenhar a Europa pós-covid

Áudio 15:00
Ursula Von der Leyen, presidente da Comissão da União Europeia, juntamente com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, nesta madrugada após 4 dias de negociações laboriosas em Bruxelas.
Ursula Von der Leyen, presidente da Comissão da União Europeia, juntamente com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, nesta madrugada após 4 dias de negociações laboriosas em Bruxelas. REUTERS - POOL
Por: Liliana Henriques
17 min

Ao cabo de quatro dias de negociações renhidas, os líderes europeus alcançaram nesta madrugada um acordo sobre o orçamento plurianual 2021-2027 no valor de um pouco mais de 1000 biliões de Euros, bem como sobre a estratégia para a retoma económica pós-covid-19 para a União Europeia.

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Este plano orçado em 750 mil milhões de Euros, deverá ser repartido em 390 mil milhões de Euros em subsídios e 360 mil milhões em empréstimos a serem reembolsados pelos países beneficiários.

Inicialmente, o eixo franco-alemão previa 500 mil milhões de Euros em subsídios, mas a oposição dos países ditos "frugais" encabeçados pela Holanda levou a um bloqueio perante o qual os parceiros europeus tiveram que ceder terreno nomeadamente no que tange às contribuições desses países no orçamento comum.

Foi sobre este e outros aspectos-chave deste consenso que conversamos com o economista e antigo eurodeputado Manuel dos Santos.

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