Convidado

"Aurora Negra", um espectáculo pela liberdade de sonhar

Áudio 09:17
Actrizes Isabel Zuaa, Cleo Tavares e Nádia Yracema
Actrizes Isabel Zuaa, Cleo Tavares e Nádia Yracema © Luís Guita

Cleo Tavares, Isabel Zuaa e Nádia Yracema são as três mulheres negras que, em 174 anos de existência do Teatro Nacional D. Maria II, pela primeira vez apresentaram um espectáculo e habitaram o espaço enquanto criadoras.

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O espectáculo "Aurora Negra" nasce precisamente da constatação da invisibilidade a que os corpos negros estão sujeitos nas artes performativas.

Em palco, as três actrizes falam tchokwe, português e crioulo, celebram as raízes, reflectem o nosso tempo, são protagonistas das próprias histórias.

Com "Aurora Negra", espectáculo vencedor da segunda edição da Bolsa Amélia Rey Colaço, há caminhos que se abrem.

Cleo Tavares, Isabel Zuaa e Nádia Yracema falaram com a RFI. A origem de "Aurora Negra", o espaço dos corpos negros nas artes performativas, os preconceitos, o racismo, a individualidade e a liberdade de sonhar foram alguns dos temas abordados durante a entrevista.

"Aurora Negra" está em cena no Teatro Nacional Dona Maria II, em Lisboa, até 13 de Setembro. Depois da capital portuguesa, "Aurora negra" parte em digressão, tem apresentações agendadas n'O Espaço do Tempo, em Montemor-o-Novo, no Teatro Viriato, em Viseu, e no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.

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