Estados Unidos

Trump evoca vitória de Biden mas insiste que houve fraude

O Presidente cessante dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu este domingo a vitória do rival democrata Joe Biden nas eleições de 3 de novembro, mas insistiu, sem apresentar provas, que houve fraude.
O Presidente cessante dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu este domingo a vitória do rival democrata Joe Biden nas eleições de 3 de novembro, mas insistiu, sem apresentar provas, que houve fraude. REUTERS - CARLOS BARRIA

 O Presidente cessante dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu este domingo a vitória do rival democrata Joe Biden nas eleições de 3 de novembro, mas insistiu, sem apresentar provas, que houve fraude.

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O Presidente cessante dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu este domingo a vitória do rival democrata Joe Biden nas eleições de 3 de Novembro, mas insistiu, sem apresentar provas, que houve fraude.

"Ganhou porque as eleições foram fraudulentas. Não foram autorizados observadores dos votos, os votos foram contados por uma empresa privada da esquerda radical, Dominion, que tem má reputação e uma equipa enganadora que nem sequer preencheu os requisitos para operar no Texas (onde ganhei por larga vantagem), e os órgãos de comunicação falsos e calados, e muito mais!" escreveu Trump na sua conta no Twitter.

Milhares de apoiantes de Donald Trump manifestaram-se neste sábado em Washington para exigir “mais quatro anos” de mandato do Presidente e denunciar o que dizem ser o “roubo” das eleições de 3 de Novembro. O protesto decorreu de forma pacífico durante a tarde, mas à noite houve confrontos com um grupo de contra-manifestantes e 20 pessoas foram detidas.

Biden venceu a eleição presidencial

 

De acordo com projecções do Instituto de Pesquisa Edison, que trabalha para as principais estações de televisão americanas, Joe Biden venceu a eleição presidencial com 306 grandes eleitores contra 232 obtidos pelo candidato republicano. Ironicamente, esta é a pontuação inversa da vitória do bilionário republicano sobre Hillary Clinton em 2016 - na altura ele falou numa "onda gigante".

Na sexta-feira, vários recursos apresentados por republicanos a contestarem os resultados da eleição presidencial norte-americana foram rejeitados na Pensilvânia, Michigan e Arizona. No mesmo dia, o escritório de advocacia Porter Wright anunciou que não queria mais defender a equipa de campanha de Donald Trump num outro processo apresentado na Pensilvânia.

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