Arménia/Político

Resultados de legislativas na Arménia confirmam poder de Pachinian

O Primeiro-ministro c essante da Arménia, Nikol Pachinian, quando se preparava para votar nas eleições antecipadas de 20 de Junho de 2021. Ao vencer o escruttínio com mais de 50% dos votos, Pachinian consolidou o seu poder .
O Primeiro-ministro c essante da Arménia, Nikol Pachinian, quando se preparava para votar nas eleições antecipadas de 20 de Junho de 2021. Ao vencer o escruttínio com mais de 50% dos votos, Pachinian consolidou o seu poder . AP - Tigran Mehrabyan

As legislativas antecipadas na Arménia foram amplamente ganhas pelo Primeiro-ministro cessante,Nikol Pachnian, contrariando as críticas  dos seus  adversários que o tinham acusado de ser o responsável pela humilhante derrota militar frente  ao Azerbaijão em Novembro de 2020, no Nagorno Karabakh.  

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Segundo a missão de observadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, as  eleições legislativas arménias ganhas pelo Primeiro-ministro cessante, Nikol Pachinian, foram  competitivas e bem organizadas.

Não obstante as  críticas de que  foi alvo a seguir a derrota militar da Arménia frente ao Azerbaijão emNovembro de 2020 no Nagorno Karabakh,  o  chefe  do Governo cessante, Nikol Pachinian, foi o grande vencedor do escrutínio.

Pachinian que chegou ao poder após uma revolução pacífica na Arménia, consolida o  seu plebiscito junto dos seus  concidadãos, graças à vitória do seu partido, Contrato Civil, que obteve 53,9% dos votos.

O Bloco  Arménia, principal adversário do Contrato Civil , liderado pelo ex-presidente Robert Kotcharin de 66 anos, que  obteve  21%  dos  sufrágios não reconheceu os  resultados do escrutínio, denunciado  o que ele considera ser uma fraude  e falsificação planeados antecipadamente.

O amplo triunfo eleitoral do Contrato Civil nas legislativas  antecipadas contribuiu para  que Nikol Pachinian possa  formar um novo governo, sem depender de alianças com outros partidos.

Nikol Pachinian de 46 anos de idade, celebrou o triunfo com os seus partidários, afirmando que a sua vitória eleitoral representa uma segunda revolução em três anos na Arménia, cuja maioria do povo, segundo ele que  parafraseou uma  fórmula do  presidente  russo Vladimir Putin, "deu-lhe  um mandato para ditadura do direito e  da  lei".  

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