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Artes

Fotógrafo Mauro Pinto integra livro "Atlântica: Contemporary Art from Mozambique and its Diaspora"

Áudio 09:04
Capa do livro "Atlântica:Contemporary Art from Mozambique and its Diaspora" lançado a 27 de novembro de 2020, pela Hangar Books.
Capa do livro "Atlântica:Contemporary Art from Mozambique and its Diaspora" lançado a 27 de novembro de 2020, pela Hangar Books. © Hangar Books

O fotógrafo moçambicano Mauro Pinto é um dos 14 artistas contemporâneos moçambicanos, seleccionados pela editora portuguesa Hangar Books, para figurar no livro "Atlântica: Contemporary Art from Mozambique and its Diaspora" lançado em Lisboa a 27 de novembro, ou a arte como "ferramenta de resistência e rebelião", um livro que associa artistas a investigadores e curadores "sinergias que podem alavancar mais as artes" segundo Mauro Pinto, que nos fala também das suas últimas exposições "Blackmoney" e "Dá licença".

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Um livro que reúne 14 histórias de resistência de artistas contemporâneos, em Moçambique e na diáspora, lançado na sexta-feira, 27 de novembo, em Lisboa, pela Hangar Books, para promover a visibilidade de um trabalho "ainda pouco conhecido" a nível internacional.

Intitulado "Atlântica: Contemporary Art from Mozambique and its Diaspora" este é o segundo livro da editora Hangar Books - Centro de Investigação Artística, especializada em publicações no contexto das artes contemporâneas, o primeiro em 2019 foi dedicado a Angola e seguir-se-á um terceiro, dedicado a Cabo Verde e Guiné-Bissau, sempre com a referência "Atlântica".

A obra, concebida e desenvolvida por artistas em conjunto com teóricos, curadores e investigadores, reúne o trabalho desenvolvido por uma seleção de artistas moçambicanos a viver dentro e fora do país, e ensaios de diversos formatos.

Maimuna Adam, Filipe Branquinho, Jorge Dias, Ângela Ferreira, Gemuce, Eurídice Kala, Camila Maissune, Gonçalo Mabunda, Mário Macilau, Celestino Mudaulane, Félix Mula, Eugénia Mussa, Marilú Námoda e Mauro Pinto são os artistas moçambicanos representados.

Os ensaios são assinados por curadores e investigadores portugueses e estrangeiros como Storm Janse Van Rensburg, Raquel Schefer, Álvaro Luis Lima, Alda Costa, Drew Thompson, António Pinto Ribeiro, Ana Balona de Oliveira, Afonso Dias Ramos, Nomusa Makhubu, João Silvério, Maria do Mar Fazenda, Rui Assubuji, Nkule Mabaso, Paula Nascimento, Dellinda Collier, Azu Nwagbogu, e Sihle Motsa.

Mauro Pinto fala-nos ainda da recente exposição "Blackmoney" que esteve patente ao público até 9 de novembro na Galeria 111 em Lisboa, com fotografias de trabalhadores moçambicanos nas minas de carvão em Tete e de"Dà licença" uma exposição inaugurada a 11 de novembro na Fundação Fernando Leite Couto, em Maputo, onde ficará até 12 de dezembro, com imagens de interiores de casas no Bairro da Mafalala, em Maputo, um bairro popular icónico que foi berço de poetas como José Craveirinha e Noémia de Sousa, mas também de Eusébio, Samora Machel, Joaquim Chissano e muitos outros.

 

 

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