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Ciência

Covid-19: Guiné-Bissau visa vacinar 20% da população

Áudio 07:42
Imagem de ilustração.
Imagem de ilustração. AFP - SIPHIWE SIBEKO
Por: Carina Branco
19 min

As vacinas contra a Covid-19 deverão chegar até 20 % dos bissau-guineenses na primeira onda de vacinação, de acordo com a Alta Comissária da Guiné-Bissau para o Combate à Covid-19, Magda Robalo. Os grupos de risco e os trabalhadores na linha da frente contra a pandemia vão ser prioritários, mas ainda é cedo para dizer quando a vacina vai chegar ao país.

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Como é que se pode garantir que os países mais pobres tenham acesso às vacinas contra a Covid-19 e quando? Qual é a estratégia da Guiné-Bissau para proteger a sua população? A RFI falou com a Alta Comissária da Guiné-Bissau para o Combate à Covid-19, Magda Robalo, que nos disse que o país se está a preparar para  vacinar até 20 % da população na primeira onda de vacinação graças ao programa internacional Covax que promete uma distribuição justa das doses para as nações em desenvolvimento.

A Guiné-Bissau está naturalmente a preparar-se para encomendar vacinas contra a Covid-19 e um grupo de trabalho está já a recolher os elementos e a preparar o plano de acção para submissão antes do prazo estipulado que é dia 7 de Dezembro (...) Em termos de financiamento, estamos a rever alguns acordos de financiamento com alguns parceiros, nomeadamente o Banco Mundial  - não quer dizer que venha a ser só o Banco Mundial mas neste momento é o parceiro que já nos está a dar assistência técnica ao lado da OMS e da UNICEF para a preparação do plano e eventualmente poderá contribuir para a aquisição das primeiras doses da vacina”, começou por explicar a Alta Comissária da Guiné-Bissau para o Combate à Covid-19, Magda Robalo.

Seria até 20% da população, estimando-se que essa percentagem irá incluir os grupos de risco e o pessoal essencial que é, neste caso, os profissionais da saúde que são quem está na linha da frente. Portanto, até 20% da população poderá beneficiar desta primeira onda de vacinação quando a vacina estiver disponível e, se os 92 países quiserem ou precisarem de vacinar mais que 20% terão que encontrar outros mecanismos de financiamento. Portanto, nós estamos a trabalhar com um tecto de 20% e estamos a identificar os nossos grupos de risco com maior rigor para nos assegurarmos que vacinamos em prioridade os grupos que devem ser vacinados para interromper a transmissão da Covid-19”, detalhou a antiga ministra da Saúde.

Oiça neste programa as explicações sobre a estratégia da Guiné-Bissau na luta contra a Covid-19.

Ciência - Entrevista a Magda Robalo, Alta Comissária da Guiné-Bissau para o Combate à Covid-19

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