Ciência

Cabo Verde: Tartarugas multiplicaram-se em ano de pandemia

Áudio 04:56
Calçada da vila de Santa Maria, na Ilha do Sal, em Cabo Verde. 13 de Abril de 2021.
Calçada da vila de Santa Maria, na Ilha do Sal, em Cabo Verde. 13 de Abril de 2021. © Carina Branco/RFI

Cabo Verde teve um recorde de ninhos de tartarugas em 2020, ano de pandemia de covid-19. A ilha do Sal não foi excepção, com cerca de 35.000 ninhos. As aves marinhas também parecem ter beneficiado de uma certa tranquilidade face à ausência de turismo de massa. Ainda assim, as ameaças persistem, de acordo com a ONG Projecto Biodiversidade que luta pela preservação da vida selvagem na ilha do Sal.

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No primeiro ano da pandemia de covid-19, Cabo Verde teve um recorde de quase 200.000 ninhos de tartarugas, de acordo com o ministério cabo-verdiano da Agricultura e do Ambiente.

A ilha do Sal também teve um recorde de 35 mil ninhos no ano passado, de acordo com a ONG Projecto Biodiversidade que tem como trabalho principal a protecção e a conservação das tartarugas ameaçadas pela caça e outras actividades humanas.

A ONG conta com guardas florestais, biólogos de campo e voluntários de várias partes do mundo. A norte-americana Shannon Sutherland chegou à ilha do Sal como voluntária e hoje é a coordenadora de comunicação e marketing da Projecto Biodiversidade.

Uma ONG ao serviço da biodiversidade no Sal

Nesta entrevista, Shannon Sutherland conta-nos o que faz a ONG, as ameaças que pairam sobre as tartarugas, aves marinhas e tubarões, e os projectos que se têm desenvolvido para a preservação da vida selvagem na ilha mais turística do arquipélago.

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