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Pascal de Lima: «Recolher obrigatório é uma medida a curto prazo em França»

Áudio 09:31
Em Paris, e na Região parisiense, o Governo decretou um recolher obrigatório das 21h até às 6h da manhã do dia seguinte.
Em Paris, e na Região parisiense, o Governo decretou um recolher obrigatório das 21h até às 6h da manhã do dia seguinte. © AFP
Por: Marco Martins
29 min

A França, pela voz do Presidente da República, Emmanuel Macron, decretou que as cidades em alerta máximo devido à pandemia de Covid-19 vão cumprir um recolher obrigatório das 21h até às 6h da manhã do dia seguinte, isto para evitar a propagação do novo coronavírus.

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Com o aumento significativo do número de casos em território francês, e o aumento dos internamentos, o Governo gaulês decidiu aumentar as limitações que já estavam em vigor, no entanto o cenário do passado mês de Março não foi reeditado, visto que não há um confinamento severo.

Em Março a decisão governamental tinha sido nacional, desta vez é local. Apenas as cidades em alerta máximo é que sofrem o impacto desse recolher obrigatório já contestado por certos sectores como a restauração ou os organizadores de eventos culturais que estavam a tentar retomar uma actividade normal.

Para Pascal de Lima, economista francês, estas decisões têm uma visão a curto prazo para tentar evitar maiores dificuldades económicas no imediato, mas no futuro poderá haver mais desemprego e falências de empresas.

Pascal de Lima, economista francês 15-10-2020

De referir que o recolher obrigatório começa à meia noite, na noite de sexta-feira para sábado, mas o Presidente da República, Emmanuel Macron, realçou que os trabalhadores de noite poderão continuar as suas actividades, e que os franceses poderão ir de férias.

CONVIDADO 15-10-2020 MM

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