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Angola prepara condições para vacinar a população contra Covid-19

Áudio 08:31
Ministro das Relações Exterior de Angola recebeu a nova Representante da OMS, Djamila Cabral.
Ministro das Relações Exterior de Angola recebeu a nova Representante da OMS, Djamila Cabral. © OMS
Por: Lígia ANJOS
10 min

Angola prorrogou oito vezes o estado de calamidade pública devido à Covid-19. O país registou mais de 17.974 casos positivos, 413 óbitos e 11.955 recuperados. 

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As autoridades sanitárias angolanas estão empenhadas na formação de técnicos e a congregar meios logísticos  para receber as primeiras vacinas contra a Covid-19.

O plano de resposta da OMS recomenda aos países que apliquem duas medidas estruturais, uma delas é a comunicação, para que as pessoas respeitem e apliquem medidas de saúde publica. "Essa é a única arma que está nas nossas mãos", lembra Djamila Cabral, representante da OMS em Angola.

"As medidas tomadas pelo governo em termos de restrição de movimentos, obrigatoriedade de uso de máscara ou ainda de restrição de limitação de encontros, estas medidas de saúde pública são uma arma fundamental", defendeu.

"Não há vacinas suficientes para todos os países" afirma a representante da OMS em Angola, justificando que "é por isso que foi criado esse mecanismo. A Covax vai cobrir 20% da população de 92 países para controlar a epidemia. Não está ainda decidido que as vacinas sejam administradas no segundo trimestre. A previsão é essa, mas poderá ser antes se as capacidades de produção forem maiores. Angola já tem um plano de vacinação".

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