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Covid-19: um ano depois, a luz ao fundo do túnel?

Áudio 06:55
A worker performs a quality check in the packaging facility of Chinese vaccine maker Sinovac Biotech, developing an experimental coronavirus disease (COVID-19) vaccine, during a government-organized media tour in Beijing, China, September 24, 2020. REUTERS/Thomas Peter/File Photo
A worker performs a quality check in the packaging facility of Chinese vaccine maker Sinovac Biotech, developing an experimental coronavirus disease (COVID-19) vaccine, during a government-organized media tour in Beijing, China, September 24, 2020. REUTERS/Thomas Peter/File Photo REUTERS - THOMAS PETER

Um ano após ter sido dado o primeiro alerta, o coronavírus continua diariamente a fazer milhares de vítimas mortais e a agravar as desigualdades no mundo. A 11 de Janeiro de 2020 Pequim anunciou o primeiro morto por Covid-19. Um ano depois a Covid-19 já tirou a vida a mais de 1.9 milhões de pessoas e a origem do SARS-Cov2, o novo coronavírus, continua desconhecida.

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Que balanço podemos fazer da gestão da pandemia, são as vacinas uma luz ao fundo do túnel ou as novas estirpes do vírus deitam por terra a esperança ali depositada, foram algumas perguntas que a RFI colocou a Valdemar Tchipenhe, cientista angolano, a trabalhar na BGI, Beijing Genomics Institute, um dos maiores laboratórios de sequenciação de ADN do mundo, sediado em Shenzhen no sudeste da China. Confira aqui.

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