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«Muitos utentes morreram de tristeza»

Áudio 08:19
Os lares de terceira idade tiveram de se adaptar a uma ameaça invisível que se traduziu num protocolo apertado para proteger os utentes impedindo-os de receber as visitas das famílias.
Os lares de terceira idade tiveram de se adaptar a uma ameaça invisível que se traduziu num protocolo apertado para proteger os utentes impedindo-os de receber as visitas das famílias. RFI / Charlie Dupiot

Há um ano o mundo assistia perplexo à chegada da pandemia de Covid-19 que iria alterar a nossa forma de vida. Confinamento, uso obrigatório de máscaras, isolamento social forçado e tele-trabalho. Uma distopia que muitos recusarem inicialmente aceitar, mas que acabou por se instalar. Nas nossas casas, nos hospitais que continuam sobrelotados, e nos lares de terceira idades. 

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Os lares tiveram de se adaptar a uma ameaça invisível que se traduziu num protocolo apertado para proteger os utentes impedindo-os de receber as visitas das famílias. Manuel Nabais, gestor de vários lares na região de Nova Aquitânia, descreve uma situação complicada e para a qual as instituições tiverem apenas 48 horas para se preparar.

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