"Lisboa Criola" afirma a diversidade da capital portuguesa

Áudio 13:10
Mónica Rey é a directora de produção do projecto "Lisboa Criola".
Mónica Rey é a directora de produção do projecto "Lisboa Criola". © Luís Guita

"Lisboa Criola" é, para já, uma plataforma digital que quer ser o reflexo de uma Lisboa que é feita de misturas. 

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Bebendo da fonte do respeito pela diferença, inclusão e mistura sociocultural, "Lisboa Criola" quer contagiar positivamente a comunidade. 

O projecto, que nasce de uma ideia de Dino d' Santiago, a quem se juntou Mónica Rey, Francisco Chatimsky e Mafalda Quintela, tem como objectivos: informar, educar, inspirar, produzir, aproximar e promover. 

Na plataforma, que já está a perspectivar as iniciativas presenciais, um dos elementos de destaque são os workshops, de acesso livre, que começaram em Julho e vão até Dezembro.

No primeiro workshop, a actriz portuguesa de ascendência chinesa, Jani Zhao, fez dupla com o actor e realizador luso-guineense Welket Bungué; no segundo as Batucadeiras juntaram-se a Sam The Kid.

As duplas que vão protagonizar os próximos workshops são: a designer de moda Alexandra Moura com o fotógrafo Daryan Doernelles, o cantor Paulo Flores com o DJ Marfox, o colectivo de novos cozinheiros New Kids On The Block (NKOTB) com a chef Jeny Sulemange, e a fadista Sara Correia com o artista plástico Tony Cassanelli.

Na entrevista com a RFI, a directora de produção do projecto "Lisboa Criola", Mónica Rey, acentua que o acesso gratuito a todas as iniciativas e conteúdos do site fazem parte do objectivo do projecto de servir a comunidade.

Oiça aqui a entrevista do correspondente em Lisboa, Luís Guita:

Convidado 08082021

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