Movimento radical racialista americano, um novo totalitarismo

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Movimento radical racialista americano, um novo totalitarismo
Movimento radical racialista americano, um novo totalitarismo © João Matos

Abrimos esta Imprensa semanal, com LE POINT, que pergunta em capa até onde irão os racialistas para analisar o "wokismo"?, esse movimento radical racialista americano, um novo totalitarismo que nos vem da América invadindo Universidades, movimentos e associações ou centros de cultura em França.

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Estar "woke", acordado, atento, utilizado pelos afro-americanos é como estar consciente das desigualdades como cantava em 2008 a artista  de hip hop, Erykah Badu, retomada em 2014, quando da morte do negro americano, Michael Brown, assassinado por um polícia branco ou ainda pelos "Black Lives Matter", vidas dos negros contam. 

Um movimento radical que luta contra as discriminações defendendo uma visão da sociedade assente na raça, na ideologia do género e preferências sexuais, proíbindo qualquer tipo de universalismo e debate nos Estados Unidos.

O ensaísta canadiano de Québec, Mathieu Bock-Côté, escreve que o racialismo é um totalitarismo, enquanto o filósofo e escritor francês, Pascal Bruckner, convida numa carta aberta os americanos a refugiar-se em França, nota, LE POINT. 

Nas páginas do COURRIER INTERNATIONAL, Cuba, um regime que só fabricou ruínas. Começou ontem o 8° Congresso do Partido comunista cubano em plena crise económica feita de penúrias e de inflação. Contudo, segundo um escritor e jornalista dissidente residente em Havana desde que os comunistas chegaram ao poder em 1959 nunca houve dias melhores.

As graves crises económicas criaram fantasmas de um passado de prosperidade que nunca existiu.

Cuba comunista sá criou ruínas e misérias desde 1959

"A obstinação do Partido comunista é tão proverbial como criminosa mas nós os cubanos temos também culpa nesta situação e continuamos a deitar as culpas só para a clique na liderança sem dizer que gostamos de alimentar o mito de que no tempo em que os soviéticos nos ajudavam havia tudo no mercado, ordenados, a moeda tinha valor, mas, fomos condicionados por ameaças e medos que nos fazem repetir estas fantasias", afirma o escritor, citado por COURRIER INTERNATIONAL.

Por seu lado, CHALLENGE's, faz a sua capa com soberania e dependência, para analisar questões relacionadas com a saúde, dados, softwares, energia ou alimentação. Com a crise sanitária o patriotismo económico está de regresso. Thierry Breton, comissário europeu para o mercado interno, explica como é que a Europa se mobiliza. 

"A Europa deve ser dona do seu destino. A campanha de vacinação aumenta em flecha. E estou convicto de que a imunidade colectiva será atingida até julho com uma taxa de vacinação de 70%," nota, o francês, Thierry, Breton, comissário europeu para o mercado interno, nas páginas do CHALLENGE's.  

Por seu lado, o semanário, L'OBS, faz a sua capa com Naomi Klein, intelectual de combate.  20 anos depois do seu livro sucesso Sem Logo, a célebre jornalista canadiana, Naomi Klein, autora também de A Doutrina do Choque, continua a ser um dos raros ícones mundiais da esquerda radical.

Em entrevista ao semanário, L'OBS, Naomi Klein, afirma que todas as crises estão interligadas e que é o activismo dos jovens que permitirá lutar tanto contra as mudanças climáticas como contra as injustiças sociais.  Os jovens podem forçar os pais a serem mais exigentes e claros, afirma a activista ao L'OBS, que publicita o seu último livro "Vencer a injustiça climática e social, páginas de combate às jovens gerações", sublinha L'OBS. 

Enfim, em relação à África, COURRIER INTERNATIONAL dá relevo à Argélia, o Ramadão começa e os preços aumentam. O Ramadão começou no dia 13 de abril na Algéria como na maioria dos países muçulmanos.

Como todos os anos o jejum faz aumentar os preços dos produtos, mas este ano o fenómeno é mais duro para o agregado familiar médio argelino porque a economia ficou afectada pela crise da Covid, nota, COURRIER INTERNATIONAL. 

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