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Donald Trump e apoiantes continuam a negar derrota e clamam fraudes nas presidenciais

Áudio 04:31
Trump e apoiantes continuam a negar derrota e clamam fraude eleitoral
Trump e apoiantes continuam a negar derrota e clamam fraude eleitoral © Studio graphique FMMTrump e apoiantes continuam a negar derrota e clamam fraude eleitoral

Abrimos com LE MONDE  a titular, rendimentos, orçamento, o impacto do confinamento. Se os franceses com índices altos salariais preservaram o seu nível de vida graças ao teletrabalho e os de escalões mais baixos conseguem safar-se devido a ajuda do Estado, o mesmo não se pode dizer em relação aos estractos medianos duramente atingidos. 

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Um estudo independente tornado público esta segunda-feira, mede o efeito da crise sanitária do agregado familiar francês assim como o alcance do plano de relançamento governamental.

Se os franceses com índices altos salariais preservaram o seu nível de vida graças ao teletrabalho e os de escalões mais baixos conseguem safar-se devido a ajuda do Estado, o mesmo não se pode dizer em relação aos estractos medianos duramente atingidos. 

Analisando o orçamento para 2021 e o plano de recuperação económica, o relatório interroga-se sobre as reduções de impostos que beneficiaram as empresas que não apoiam essas categorias medianas. Na restauração colectiva, o teletrabalho vai assim provocar a supressão de 4 mil postos de trabalho, nota, LE MONDE. 

Para L'HUMANITÉ, o principal título, é como combate o Amazon. Face à voracidade da empresa de e.commerce de Jeff Bezos, levantam-se vozes para pôr fim ao seu oligópole.  

Por seu lado, LE FIGARO, titula, violência contra forças policiais duplicou nos últimos 15 anos. Segundo um documento revelado pelo jornal, 20 agentes da polícia são feridos diariamente e 63 comissariados da polícia foram alvo de ataques desde janeiro. Insultados na via pública e nas redes sociais, os polícias são ameaçados e agredidos, assaltados quando controlam viaturas suspeitas, enfim, são encurralados em bairros complicados como em Champigny sur-Marne, região suburbana de Paris, quando chamados para gerir actos de violência no mês de outubro, nota, LE FIGARO.

Em relação à actualidade mundial, LE FIGARO, destaca Trump que federa os seus apoiantes na negação. O Presidente, apoiado por milhares de manifestantes no sábado em Washington, continua a denunciar um escrutínio fraudulento. Dezenas de milhares de apoiantes de Donald Trump contestaram no sábado em Washington os resultados da eleição presidencial e proclamar o seu apoio ao presidente cessante.

Em frente à fachada principal do Supremo Tribunal os manifestantes gritavam, "nós, o povo, pedimos que os nossos votos sejam reconhecidos". Assim, o Presidente Trump ainda não deu nenhum sinal que tivesse reconhecido a vitória de Joe Biden. "Ele só ganhou aos olhos de notícias falsas. Não reconheço nada.Temos ainda um longo caminho a percorrer. Foi uma eleição fraudulenta", tuítou, Trump, acrescenta, LE FIGARO. 

Trump e apoiantes continuam a negar derrota e clamam fraude

Caramba! dois meses, titula, LIBÉRATION, para acrescentar: 8 dias depois do anúncio da vitória de Joe Biden, Donald Trump e seus apoiantes continuam a negar a sua derrota e clamam fraude, correndo o risco de prejudicar a democracia americana. A perspectiva das eleições senatoriais de janeiro na Geórgia forçam os caciques do Partido republicano a negar o óbvio, observa, LIBÉRATION.  

Demografia, para onde vai o mundo?, pergunta, em título, LA CROIX. Excesso de população, pessoas cada vez mais velhas, migrações, são os grandes assuntos que vão desequilibrar a população mundial, nota, o jornal católico.

No tocante ao continente africano, LE MONDE, destaca, o aumento da tensão no Sara ocidental. Rabat e a Frente Polisário, romperam de comum acordo o cessar-fogo, após uma incursão militar marroquina. Ficou para trás, o cessar-fogo que durava há 30 anos no Sara ocidental, um dos conflitos mais antigos de África não resolvido.

A declaração da morte do acordo aconteceu na sexta-feira, 13 de novembro, pelos dois beligerantes, quando se deu uma incursão marroquina nas proximidades da fronteira com a Mauritânia numa zona tampão até então sob controlo administrativo da Frente Polisário do Sara ocidental,que disputa desde 1976 ao Marocos, acrescenta, LE MONDE.

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