Acesso ao principal conteúdo
Revista de Imprensa

França a caminhar para descofinamento e vacinações com prudência

Áudio 04:32
França a caminhar para descofinamento e vacinações com prudência
França a caminhar para descofinamento e vacinações com prudência © João Matos
Por: João Matos
9 min

Abrimos com LE MONDE que titula, descofinanmento, vacina,  a nova agenda. Emmanuel Macron apresentou um plano de desconfinamento em três etapas, 28 de novembro, 15 de dezembro e 20 de janeiro e é favoráa um esolamento mais restrito de casos positivos do vírus. 

Publicidade

Na sua sexta intervenção ontem à noite na televisão desde o começo da pandemia do Covid, o Presidente Macron, esboçou uma saída da sua segunda vaga do coronavírus em três datas.

No sábado, os comércios vão abrir as portas e será alargado o perímetro das deslocações; no dia 15 de dezembro, o confinamento passa para recolher obrigatório, se houver uma baixa nas 5 000 contaminações diárias e começará as vacinações e a terceira data é 20 de janeiro em que as mesmas medidas dos comércios passarão a ser adoptadas para os restaurantes, acrescenta, LE MONDE.

França respira um pouco, replica, LE FIGARO. Emmanuel Macron apresentou um plano de desconfinamento em três etapas, 28 de novembro, 15 de dezembro e 20 de janeiro e é favorável a um isolamento mais restrito de casos positivos do vírus. Macron, apelou ainda aos franceses para evitarem uma terceira vaga do coronavírus enquanto se espera por uma vacina, acrescenta, LE FIGARO.

A República ferida, é o título do jornal L'HUMANITÉ. A evacuação violenta de um acampamento de refugiados ontem à noite em Paris, desencadeou uma onda de indignação. Em Paris a polícia escorraça refugiados sem habitações sociais. Ontem 450 migrantes tentaram com a ajuda de militantes da causa invadir a Praça da República para denunciarem as condições indignas de acolhimento. Uma iniciativa que foi duramente reprimida, com violência das forças da polícia, acrescenta, L'HUMANITÉ.

Segunda feira, 23 de novembro, 22h15, a República por terra. A extrema brutalidade com que a polícia desmantelou um acampamento de migrantes em pleno centro de Paris chocou até o ministro do Interior. Era o culminar de um sentimento de impunidade das forças da ordem alimentado pelo próprio governo. Uma violência policial de repressores da ordem.

Se o próprio ministro do Interior reagiu chocado é porque as coisas vão mesmo mal nesta República. As imagens chocantes estão ali para provar a evacuação musculosa de várias centenas de imigrantes da Praça da República em Paris, o que escandalizou os partidos políticos de esquerda e do centro, uma parte da própria maioria governamental, mas também associações e sindicatos.

"Um escândalo, uma coisa de loucos", disse o secretário nacional da confederação sindical CFDT, Laurent Berger. Uso desproporcionado e ostensivo da força, retorquiu o Presidente do partido centrista, Modem, Patrick Mignola, que é aliado principal do partido do presidente, Macron.

Tratou-se de violência contra refugiados em situação extremamente difícil e violência contra jornalistas o que se vai acumulando ao longo dos tempos, denunciou por seu lado o eurodeputado, dos ecologistas, Yannick Jadot, sublinha, LIBÉRATION. 

Comunidade internacional na cabeceira do Afeganistão

Mudando de assunto em relação à actualidade internacional, LE MONDE, destaca que a comunidade internacional permanece na cabeceira do Afeganistão. A conferência de doadores prometeu 10 mil milhões de euros de ajuda a Cabul. Mesmo com liderança mundial enfraquecida, a comunidade internacional deu provas de que pode ajudar o Afeganistão.

Se os Estados Unidos acelerarem o processo de saída do Afeganistão a Conferência virtual  de 23 e 24 de novembro por na Suíça na qual participaram 70 países e cerca de 30 Organizações internacionais, prometeu reunir 10 mil milhões de euros de ajudas ao Afeganistão para um plano de quatro anos, nota, LE MONDE. 

Enfim, sobre o continente africano, LA CROIX, titula, nas Canárias sonham com a Europa. Há vários meses que aumentou o número de emigrantes que partem do Senegal para as Canárias. No Senegal, o sonho da Europa passa pela Espanha. E Madrid confina os migrantes nas ilhas Canárias, barrando-lhes a estrada da Europa dos seus sonhos, observa, LA CROIX. 

 

 

NewsletterReceba a newsletter diária RFI: noticiários, reportagens, entrevistas, análises, perfis, emissões, programas.

Acompanhe toda a actualidade internacional fazendo download da aplicação RFI

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.