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Revista de Imprensa

Governo francês continua a ser criticada por falhas na vacinação anti-Covid

Áudio 04:04
Governo francês continua a ser criticada por falhas na vacinação anti-Covid
Governo francês continua a ser criticada por falhas na vacinação anti-Covid © Siegfried Forster / RFI
Por: RFI
8 min

Abrimos com LE MONDE a titular vacinação as razões do atraso francês. Hesitante na comunicação, temendo a mobilização dos anti-vacinas e a comparação com países estrangeiros, o governo mudou de estratégia várias vezes.

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Houve falhas por exemplo na entrega de agulhas e o grupo farmacêutico francês, Sanofi, entrou atrasado na corrida à vacina, podendo ser forçado a produzir para os seus concorrentes, acrescenta, LE MONDE. 

Fiasco duma vacina, a má gestão de um Estado entregue ao privado, titula, L'HUMANITÉ. O executivo recorreu a uma consultoria privada para gerir a crise sanitária, uma prática que enfraquece o poder público, nota, L'HUMANITÉ.

Incesto, um combate contra o silêncio, titula, LA CROIX. Este crime tão íntimo como doloroso é díficil de apreensão pela justiça que é confrontada com o silêncio e suspeitas de manipulação. O escândalo Olivier Duhamel, acusado de incesto, recorda o quão é difícil de falar em privado ou em público. A comissão Guigou que deve permitir quebrar esse silêncio e propor medidas de melhoria já está a ser motivo de polémicas, nota, LA CROIX.  

Deliquência ganha o interior de França, titula, LE FIGARO. As últimas estatísticas oficiais revelam um aumento espectacular da violência nas zonas rurais e nas cidades médias, colocando desafios quotidianos às forças policiais. A violência aumentou cerca de 8% no campo e zonas peri-urbanas o ano passado, enquanto baixou 5% nas zonas urbanas, nota, LE FIGARO.

Coreia do norte vai ter submarino nuclear afirma Kim Jong-un

No internacional, LE MONDE, refere-se à Coreia do norte e Kim Jong-un que aumenta o tom da voz antes da chegada de Joe Biden. Ele anunciou que o seu país vai ter um submarino nuclear. Durante o 8° congresso do Partido do trabalho em curso, Kim Jong-un, garantiu assim a maneira como pretende tratar os Estados Unidos, país qualificado de principal inimigo da Coreia do norte.

Sem mencionar o nome do novo presidente americano, Kim Jong un reafirmou que não interessa quem estiver no poder, a verdadeira natureza dos Estados Unidos e da sua política em relação à Coreia do norte nunca vão mudar, acrescenta, LE MONDE.  

Trump silenciado pelas redes sociais, titula, LIBÉRATION. Nem posts nem tuítes: o presidente americano foi banido das principais redes sociais após ter incitado ao assalto do Capitólio. Uma decisão tardia que dá que pensar sobre o papel dos GAFA nas democracias.

O debate vem desde o nascimento das redes sociais e mesmo desde a criação da Internet. Mas o poderio crescente das grandes plataformas digitais e a importância que passaram a ter no debate público tornaram igualmente urgente e necessário esse debate em democracia. Em França, o secretário de estado do digital, Cédric O, aponta o dedo à ausência duma supervisão democrática, nota, LIBÉRATION. 

Em relação ao continente africano, LE FIGARO, destaca a dor de cabeça da força Barkane, um ano depois do envio de reforços ao Sahel. Atacada 3 vezes desde fins de dezembro, o balanço é pesado para uma operação que atinge os seus limites. Mesmo se a ameaça jiadista está contida, a insegurança continua patente.

Desde a operação Serval de 2013 para estancar o avanço de grupos jiadistas lançados sobre Bamaco, e depois Barkane em 2014, o exérctio francês já perdeu 57 soldados. Apesar das perdas que sofrem, os grupos jiadistas continuam a crescer. No Sahel, a guerra entre a França e os jiadistas é levada a cabo à distância, no medo e na emoção, nota,  LE FIGARO. 

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