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Pandemia da Covid continua a pôr problemas ao governo francês

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Pandemia da Covid continua a pôr problemas ao governo francês
Pandemia da Covid continua a pôr problemas ao governo francês © Siegfried Forster / RFI

Abrimos esta revista de imprensa, com LE MONDE a titular, Reconfinamento, França com problemas. O Primeiro ministro, Jean Castex disse ontem durante uma conferência de imprensa que há 20 supra-municipais sob forte tensão sem anunciar no entanto medidas sanitárias suplementares. 

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O executivo continua a acreditar que se pode pode evitar um reconfinamento nacional, privilegiando confinamentos locais, como em Nice ou Dunquerque. As estirpes do vírus com predominância britânica espalham-se um pouco por toda a França e uma grande heterogeneidade de territórios. 

Na região da Ilha de França a pressão hospitalar já está forte com situações preocupantes em Paris, e região suburbana em Seine Saint Denis e Val de Marne, onde o número de camas já começa a ser um problema, acrescenta, LE MONDE.

Crise sanitária, o mal-estar das direcções dos recursos humanos. O assassínio de duas directoras focalizou sobre estes profissionais mal amados encarregados de implementar os programas de despedimentos nas empresas. Encarregados de aplicar escolhas que não aprovam, preparam-se para implementar despedimentos de massa.

A profissão vive uma onda de choque, depois que um engenheiro no desemprego matou uma responsável do centro de emprego, assim duas das suas antigas directoras dos recursos humanos, nota, L'HUMANITÉ. 

Igualdade de sexos a tomada de consciência nas empresa, titula, LA CROIX. As empresas com mais de 50 empregados têm até segunda-feira para publicar o seu índice de igualdade entre os homens e as muolheres, nota, LA CROIX. 

Polémica sobre teoria do género, descolonialismo, racialismo

Teoria do género, descolonialismo, racialismo, esses novos dogmas que se quer impôr em França, titula, LE FIGARO.  Uma geraçao de miitantes de esquerda poe em causa marcos históricos da sociedade ocidental.

Um movimento pretende defender as minorias contra todas as opressões. A querela islamo-esquerdista que provoca celeuma em França nao passa duma pequena parte visível de um combate muito mais vasto.

Por ora são universitários da nebulosa neo-esquerdista de todos os sectores da sociedade, cuja raça, a religião o género e a identidade, são os tótens para marcar a vingança das minorias contra a dominação do homem branco macho", nota, LE FIGARO. 

Profissão de detectores de linhas traumáticas, titula, LIBÉRATION. São agentes da polícia ou de segurança da companhia nacional dos caminhos de ferro para detectarem pessoas sem abrigo infiltradas nos corredores das estações de metro.

Os governantes não imaginam a vergonha que se vive nos metros, afirma, Isabelle Bouyer, da associação ATD, Quarto mundo,denunciando a escolha política assumida de gerir a pobreza em vez de a proíbir, pelo que defende a criação de um subsídio geral condigno para todos, nota, LIBÉRATION.

Em relação ao continente africano, LE MONDE, destaca corrupção em África, Vincent Bolloré, reconhece que é culpado. O industrial francês, que se apresentou hoje perante a barra do tribunal criminal de Paris, reconheceu que foi mesmo informado de que assumia as despesas de comunicação em negócios  tidos como actos de corrupção em África nomeadamente no Togo e na Guiné Conacri.

O seu grupo de comunicação prestou serviço de relações públicas aos presidentes togolês e guineense em troca de obtenção da gestão de determinados serviços dos portos do Togo e da Guiné Conacri, acrescenta, LE MONDE.

 

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