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São Tomé e Príncipe

Exército são-tomense apoia polícia a manter a ordem em contexto de Covid-19

Evaristo Carvalho, chefe de Estado, reitera apoio dos militares à polícia em São Tomé e Príncipe.
Evaristo Carvalho, chefe de Estado, reitera apoio dos militares à polícia em São Tomé e Príncipe. RFI/ Liliana Henriques
Texto por: Maximino Carlos
2 min

Pela segunda vez, o Presidente da República, Evaristo Carvalho na qualidade de Comandante supremo das forças armadas, autoriza o exército para apoiar a polícia no cumprimento das medidas de combate à COVID 19 em São Tomé e Príncipe. A medida vigorará até 15 de Junho corrente. Isto acontece numa altura em que o país regista mais de 600 casos positivos acumulados da doença.

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A actualidade são-tomense é dominada pela autorização do Presidente da República para que dois pelotões das forças armadas entrem em cena para apoiar os polícias na manutenção da ordem pública face à COVID 19 e no cumprimento da constituição e das leis, durante o estado de emergência.

A partir desta quarta feira os militares vão actuar lado a lado com os polcias, numa altura em que o país conta com 611 casos acumulados da COVID 19 , 135 recuperados, 12 óbitos e mais de quatrocentas pessoas em isolamento domiciliar com a COVID 19.

E isto na sequência de um decreto presidencial instando o Ministro da defesa e ordem interna para que o chefe de Estado maior das forças armadas disponibilizasse os efectivos militares.

O último estado de emergência, em vigor, termina a 15 de Junho corrente.

A polícia tem tido alguma dificuldade na manutenção da ordem pública para o cumprimento das medidas sanitárias como refere o Comissário da polícia nacional, Eridson Trindade.

"Temos ainda algumas pessoas que continuam a desobedecer a essas mesmas regras, pondo em risco as suas próprias vidas e as respectivas comunidades, e as suas famílias. "

Alguns delegados distritais, como o médico Tomé Lima, responsável pela área de saúde do distrito de Lembá, norte da ilha de São Tomé, a mais de 27 kms da cidade capital, disse que as pessoas só utilizam máscaras quando vêem a polícia.

"As pessoas quando há presença de polícia colocam máscara, parece que só colocam máscara para a polícia".

Ouça aqui a correspondência de Maximino Carlos, a partir de São Tomé.

Correspondência de São Tomé, 10/6/2020

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