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São Tomé e Príncipe/Segurança Privada

São Tomé e Príncipe: hospital central Dr. Ayres de Menezes vai ter segurança privada

Vista parcial do hospital Dr. Ayres de Menezes em São Tomé, que vai passar a ter segurança privada, após a morte a 21 de Setembro de um enfermeiro, agredido no seu local de trabalho.
Vista parcial do hospital Dr. Ayres de Menezes em São Tomé, que vai passar a ter segurança privada, após a morte a 21 de Setembro de um enfermeiro, agredido no seu local de trabalho. © Telanon
Texto por: Maximino Carlos | RFI
4 min

Depois da manifestação dos enfermeiros na segunda-feira, 21 de Setembro, em protesto contra a morte nesse mesmo dia de um dos seus colegas, que tinha sido barbaramente agredido no seu local de trabalho, a direcção do Hospital Dr. Ayres de Menezes, vai contratar uma empresa de segurança privada, para controlar e limitar o acesso ao hospital

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Depois  da  manifestação  dos  enfermeiros  devido  agressão  ao seu colega Cristiano Pedroso de 58 anos, que foi brutalmente agredido e acabou por morrer, a direcção do Hospital Dr. Ayres de Menezes, vai  empreender mudanças  drásticas  no  sistema  de  segurança.

Comportamentos inadequados de alguns utentes daquela unidade  hospitalar têm resultado na agressão  de  certos  profissionais, apesar das diversas medidas adoptadas.

As mudanças vão passar pela contratação  de uma empresa privada para garantir a segurança do hospital e dos seus profissionais.

Comportamentos  inadequados de alguns utentes daquela unidade  hospitalar têm resultado na agressão  de  certos  profissionais apesar das diversas medidas adoptadas.

As mudanças vão passar pela contratação de uma empresa privada para garantir a segurança do hospital e dos seus profissionais.

Esta quarta-feira, 23 de Setembro, a direcção do hospital reuniu-se com o primeiro-ministro Jorge  Bom Jesus, para falar do recente caso da morte do enfermeiro, que havia sido agredido na semana passada.

Além da presença de segurança privada, haverá limitações na entrada de pessoas no hospital, afirmou Américo Pinto, director-gral do hospital Dr. Ayres de Menezes

A presença de profissionais especializados de segurança será visível nos  próximos  dias, a limitação  de  entrada de  pessoas para os serviços também é uma medida urgente e a formação, serão  entre  outras  medidas  adoptar.

Américo Pinto, reconhece que há casos de mau atendimento no hospital, e afirma que isto é o reflexo  da sociedade santomense nos  dias de hoje. Por isso, a formação dos profissionais e engajamento de todos é fundamental para combater estes comportamentos.

"O  que acontece no hospital merece a nossa  atenção, por isso, a formação é fundamental, para melhor humanizar os  serviços...se nós olharmos para os serviços duma forma geral na administração pública, se nós olharmos para a nossa sociedade, o comportamento dos homens e das mulheres santomenses estao a ser cada vez mais preocupantes".

Maximino Carlos, correspondente em São Tomé

 

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