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São Tomé e Príncipe/PAM/Covid-19

PAM vai aumentar a ajuda a São Tomé e Príncipe

Programa Alimentar Mundial - PAM -vai reforçar o apoio financeiro a São Tomé e Príncipe, pretendendo abranger além das crianças escolarizadas, as que estão fora do sistema escolar.
Programa Alimentar Mundial - PAM -vai reforçar o apoio financeiro a São Tomé e Príncipe, pretendendo abranger além das crianças escolarizadas, as que estão fora do sistema escolar. J-M Munier/RFI
Texto por: Maximino Carlos
4 min

O PAM laureado este ano com o Prémio Nobel da Paz, vai aumentar nos próximos anos o apoio financeiro a São Tomé e Princiipe, em conttexto  de  resposta à crise pandémica, esta agência da ONU, forneceu cestas básicas a cerca de cinco mil crianças vulneráveis, sem descurar o seu apoio ao programa de alimentação escolar, que o PAM quer alargar às crianças fora do sistema escolar.   

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O PAM laureado este ano com o Prméio Nobel da Paz, vai aumentar nos próximos  anos o envelope financeiro a São Tomé e Principe, que actualmente disponibiliza cerca de dois milhões e meio de dólares.

Programa Alimentar Mundial tem  44 anos de existência em São Tomé  e  Príncipe e fornece alimentação a 25% da população local.

A  aposta desta agência da ONU, está centrada no fomento da produção local, para desenvolver a economia, segundo, Edna Perez, representante  do PAM no país.    

"...actualmente o programa de alimentação escolar beneficia cerca de um quarto da população, cerca de 25% da população, portanto é um mercado já bastante considerável e se nós conseguirmos fazer essa ligação entre os nossos produtores e este mercado, certamente que a economia nacional sairá a ganhar".

Para além de fornecer alimentação às crianças que estão a estudar, Edna  Perez, admite que a agência venha também a beneficiar as crianças que estão fora do sistema escolar:

"...com o surgimento da pandemia da Covid-19 nós revimos o orçamento para os próximos cinco anos e actualmente está próximo dos dois milhões e meio de dólares".

O PAM vai mobilizar outros parceiros para financiar o seu plano estratégico até 2024, que  poderá atingir cerca três milhões de dólares.

Mais pormenores com Maximino Carlos, correspondente em São Tomé 

Correspondência de São Tomé e Príncipe

 

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