Estado de calamidade

São Tomé e Príncipe entra em estado de calamidade na segunda-feira

Hospital de campanha, instalado em São Tomé com 3 pacientes internados a 27 de Agosto, dia em que a OMS decretou o fim da fase aguda da pandemia da Covid-19 em São Tomé e Príncipe.
Hospital de campanha, instalado em São Tomé com 3 pacientes internados a 27 de Agosto, dia em que a OMS decretou o fim da fase aguda da pandemia da Covid-19 em São Tomé e Príncipe. © Telanon

Face ao aumento de número de casos da Covid-19, São Tomé e Príncipe vai entrar em estado de calamidade na próxima semana. O comité de crise decidiu este sábado adoptar esta medida tendo em conta o relaxamento da  população e o aproximar das festas de final de ano.

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A  evolução da pandemia  na Europa, particularmente em Portugal e na sub-região central africana pesaram na decisão do executivo são-tomense.

São  Tomé e Príncipe mantém ligações aéreas com Portugal através das transportadoras STP- Airways e a TAP, cujo risco de contaminação pode estar latente apesar dos testes que são efectuados pelos passageiros.

O quadro epidemiológico tem vindo alterar e o comité de crise decidiu sair do estado de alerta para o de calamidade, segundo o primeiro-ministro, Jorge Bom Jesus.

"A partir de segunda-feira vamos aumentar de nível: passamos do estado de alerta para estado de calamidade", anunciou o chefe de governo.

O ministro da Saúde apela ao cumprimento escrupuloso das medidas sanitárias. Edgar Neves acredita que São  Tomé e Príncipe poderá fazer a diferença no combate a pandemia da Covid-19.

"Se forem cumpridas com todo o rigor a nível de todas as instituições públicas e privadas, nas nossas actividades diárias. O nosso futuro depende da responsabilidade individual e colectiva destes dois elementos", lembrou o ministro são-tomense da Saúde.

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