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São Tomé e Príncipe/Eleições

Presidenciais São Tomé e Príncipe: 2ª volta, um candidato

Segunda volta das eleições presidenciais, 07/08/16.
Segunda volta das eleições presidenciais, 07/08/16. RFI/Liliana Henriques
Texto por: RFI
2 min

Segunda da volta das eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe, com 111.222 eleitores a serem chamados às urnas. Um segundo turno atípico que conta apenas com um candidato, Evaristo Carvalho. Manuel Pinto da Costa, segundo candidato mais votado neste sufrágio, desistiu da corrida por falta de confiança nos órgãos eleitorais.

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As mesas de voto abriram às 7h00 locais (a mesma hora TMG) e encerraram às 18h00.

Na primeira volta, realizada a 17 de Julho, Evaristo Carvalho, candidato apoiado pela ADI, partido no poder obteve 49,8% dos votos, seguido de Manuel Pinto da Costa, presidente cessante, que conseguiu 24,8% e em terceiro lugar ficou Maria das Neves, candidata apoiada pelo MLSTP-PSD, oposição, que arrecadou 24,3% dos votos.

Manuel Pinto da Costa, segundo mais votado na primeira volta, desistiu do escrutínio, em protesto contra a organização do sufrágio. O presidente cessante sublinhou que participar “num processo eleitoral viciado seria caucioná-lo”.

Uma desistência que ocorreu já fora do prazo legal para o efeito e que inviabilizou uma segunda volta entre Evaristo Carvalho e Maria das Neves.

Depois de votar, Evaristo Carvalho apelou ao voto e acusou os adversários de tudo fazerem para uma forte abstenção.

Evaristo Carvalho, candidato presidencial

Patrice Trovoada, primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, em declarações cedidas pela Rádio Nacional, considera que Evaristo Carvalho vai "ser bem eleito".

Patrice Trovoada, primeiro-ministro

A segunda volta das presidências acontece de forma atípica num ambiente de crispação politica. Com a oposição a retirar os seus membros da Comissão Eleitoral Nacional e a sociedade civil a realizar acções de protesto contra aquilo que designam de “acto ilícito”.

Deodato Capela, dirigente do CIP, explica por que motivo a sociedade civil não efectua supervisão informal nesta segunda volta.

Deodato Capela, dirigente CIP

Os são-tomenses aspiram tranquilidade e a que estas eleições conduzam a uma saída da crise política, tal como referiram ao microfone da nossa enviada especial Liliana Henriques.

Correspondência de São Tomé e Príncipe

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